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``O maior bem é poder transmitir aos outros o que aprendemos ao longo de nossa jornada`` Sou técnica de enfermagem da neurocirurgia e trauma. Instrutora de suporte básico de vida e primeiros socorros e instrutora de comissários de voo. Dou aulas particulares do bloco 3 no curso de comissário de voo. Contato via e-mail dennadre@ig.com.br, desconto para grupos.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Fisiologia humana e a altitude

A fisiologia estuda o funcionamento do organismo. O corpo humano foi desenvolvido para viver sob condições especiais de temperatura e pressão. Em se tratando das limitações da capacidade humana, é sabido que o limite fisiológico para uma pessoa normal é a altitude de 10.000 pés (3.048m). De 10.000 a 12.000 pés de altitude , o organismo tem , ainda, plena capacidade de adaptação . Acima dessa carga, o uso de equipamentos suplementares de oxigênio é necessário para que se mantenham normais as funções fisiológicas e mentais.

Fatores estressantes:
Em trabalho, o aeronauta encontra condições ás quais seu organismo não está habituado. Elas exigem do organismo uma reação de defesa ou de compensação, chamadas de fatores estressantes do voo. Se o aeronauta não tomar consciência da necessidade de neutralizar os fatores estressantes do voo, seu organismo caminhará para o que se chama de fase de esgotamento, que é definida em medicina aeroespacial como fadiga aérea.
A fadiga aérea está relacionada a mudança de clima, alimentação, vibrações e ruidos, cruzamento de fuso horário e baixa umidade do ar.
A fadiga diminui a tolerância pessoal. O indivíduo em boas condições físicas tem uma tolerância bem maior à altitude do que um indivíduo sedentário. Durante o período de tensão, o consumo de oxigênio de pessoas não atléticas é também muito grande.  

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